Na terça-feira, 1º de setembro, às 09h, mostramos ao vivo os quatro vazamentos de receita mais comuns na banca média: hora trabalhada e nunca lançada, contrato por ato precificado abaixo do custo, despesa reembolsável que nunca foi cobrada e retenção tributária que ninguém recuperou. E como fechar cada um deles.
terça-feira
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O escritório cresce, a carteira aumenta, o time trabalha mais, e a margem não acompanha. Sem hora medida, custo por ato conhecido, despesa amarrada ao processo e retenção controlada, o dinheiro não é perdido em uma decisão errada: ele escorre todos os dias, em silêncio, dentro da própria rotina.
Escritório não quebra por vender pouco. Quebra por não medir o que já vendeu.
Cada um deles é aberto ao vivo com número na tela: onde nasce, quanto custa por mês e o que precisa mudar na operação para fechar.
Reunião, leitura de processo, alinhamento por WhatsApp, parecer rápido pedido no corredor. O trabalho aconteceu, consumiu a agenda do time e nunca virou linha de faturamento nem base para renegociar o contrato.
timesheet com registro no momento do trabalho e leitura de horas por cliente, caso e advogado.
O valor do ato foi definido por comparação de mercado ou por hábito, nunca pelo custo real de execução. Há contratos ativos que dão prejuízo em cada entrega, e a conta só fecha porque outro cliente cobre o buraco.
custo por ato calculado a partir de horas reais e margem visível contrato por contrato.
Custas, guias, deslocamento, cópias, diligência. Foi pago pelo escritório, ficou no comprovante de alguém e não entrou na fatura do cliente. Valores pequenos, repetidos todo mês, que somam mais do que qualquer um estima.
despesa lançada no processo, com comprovante anexado e repasse automático para a cobrança.
Nota emitida com retenção, valor recolhido, crédito esquecido. Sem controle de retenções por nota e por tomador, o escritório paga imposto que poderia compensar e descobre isso, quando descobre, no fechamento do ano.
controle de retenções por nota, com base pronta para o contador aproveitar o crédito.
A diferença não está em cobrar mais caro. Está em saber, antes do fechamento, quanto cada cliente, cada contrato e cada ato realmente deixam.
Nenhum dos quatro vazamentos exige aumentar a carteira para ser fechado. Todos dependem de medir o que o escritório já faz.
CEO da EasyJur, Vinicius acompanha de perto a gestão de escritórios que faturam bem e ainda assim não sabem onde está a própria margem. Nesta sessão ele abre os quatro vazamentos com número na tela e mostra a correção de cada um dentro do produto, sem slide de teoria.
Que assinam a folha, aprovam o reajuste e precisam decidir com número em vez de sensação de mês bom ou mês ruim.
Que fecham faturamento, correm atrás de comprovante e querem parar de reconstruir a conta no fim de todo mês.
Que ganharam volume rápido e perceberam que crescer sem controle de custo por ato só aumenta o tamanho do furo.
Não. O diagnóstico dos quatro vazamentos vale para qualquer escritório, com ou sem sistema. A parte final mostra como a EasyJur fecha cada um deles.
Faz, e talvez mais. Quem cobra por ato ou honorário fixo precisa das horas justamente para saber se o preço cobre o custo da execução.
Sim. O último bloco é reservado para perguntas ao vivo, respondidas na hora.
Vale. Quem se inscreve recebe o link da gravação por e-mail, com o material usado na sessão.
Terça-feira, 1º de setembro, às 09h. Ao vivo, gratuito e com os quatro vazamentos abertos na tela.
EasyJur
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