Vinicius Marques abre os quatro vazamentos de receita mais comuns na banca média: hora trabalhada e nunca lançada, contrato por ato precificado abaixo do custo, despesa reembolsável que nunca foi cobrada e retenção tributária que ninguém recuperou. E mostra como fechar cada um deles. Preencha os dados e assista agora, no seu tempo.
os quatro vazamentos na tela
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O escritório cresce, a carteira aumenta, o time trabalha mais, e a margem não acompanha. Sem hora medida, custo por ato conhecido, despesa amarrada ao processo e retenção controlada, o dinheiro não é perdido em uma decisão errada: ele escorre todos os dias, em silêncio, dentro da própria rotina.
Escritório não quebra por vender pouco. Quebra por não medir o que já vendeu.
Cada um deles é aberto ao vivo com número na tela: onde nasce, quanto custa por mês e o que precisa mudar na operação para fechar.
Reunião, leitura de processo, alinhamento por WhatsApp, parecer rápido pedido no corredor. O trabalho aconteceu, consumiu a agenda do time e nunca virou linha de faturamento nem base para renegociar o contrato.
timesheet com registro no momento do trabalho e leitura de horas por cliente, caso e advogado.
O valor do ato foi definido por comparação de mercado ou por hábito, nunca pelo custo real de execução. Há contratos ativos que dão prejuízo em cada entrega, e a conta só fecha porque outro cliente cobre o buraco.
custo por ato calculado a partir de horas reais e margem visível contrato por contrato.
Custas, guias, deslocamento, cópias, diligência. Foi pago pelo escritório, ficou no comprovante de alguém e não entrou na fatura do cliente. Valores pequenos, repetidos todo mês, que somam mais do que qualquer um estima.
despesa lançada no processo, com comprovante anexado e repasse automático para a cobrança.
Nota emitida com retenção, valor recolhido, crédito esquecido. Sem controle de retenções por nota e por tomador, o escritório paga imposto que poderia compensar e descobre isso, quando descobre, no fechamento do ano.
controle de retenções por nota, com base pronta para o contador aproveitar o crédito.
A diferença não está em cobrar mais caro. Está em saber, antes do fechamento, quanto cada cliente, cada contrato e cada ato realmente deixam.
Nenhum dos quatro vazamentos exige aumentar a carteira para ser fechado. Todos dependem de medir o que o escritório já faz.
CEO da EasyJur, Vinicius acompanha de perto a gestão de escritórios que faturam bem e ainda assim não sabem onde está a própria margem. Nesta sessão ele abre os quatro vazamentos com número na tela e mostra a correção de cada um dentro do produto, sem slide de teoria.
Que assinam a folha, aprovam o reajuste e precisam decidir com número em vez de sensação de mês bom ou mês ruim.
Que fecham faturamento, correm atrás de comprovante e querem parar de reconstruir a conta no fim de todo mês.
Que ganharam volume rápido e perceberam que crescer sem controle de custo por ato só aumenta o tamanho do furo.
Não. O diagnóstico dos quatro vazamentos vale para qualquer escritório, com ou sem sistema. A parte final mostra como a EasyJur fecha cada um deles.
Faz, e talvez mais. Quem cobra por ato ou honorário fixo precisa das horas justamente para saber se o preço cobre o custo da execução.
Cerca de uma hora, incluindo o bloco de perguntas respondidas na sessão. Você pode pausar e retomar quando quiser.
Sim. Ao final do vídeo há um caminho para agendar um diagnóstico dos quatro vazamentos com os números do seu escritório.
Gratuito, com os quatro vazamentos abertos na tela e a correção de cada um dentro do produto.
EasyJur
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