Agora a tecnologia finalmente trabalha para você. Com o EasyJur Work + Legal Ops assume a controladoria jurídica do seu escritório de ponta a ponta: relatórios gerenciais e estratégicos, elaboração de petições, audiências e muito mais.
O advogado alimenta e opera o sistema, etapa por etapa.
Agentes de IA e o time da EasyJur executam a tarefa por você.
Uma tela para configurar, aprovar e revisar cada passo.
A petição, o relatório ou o prazo já chegam prontos para revisão final.
Horas do dia cuidando do sistema jurídico.
Horas do dia nas decisões que só o advogado pode tomar.
Um escritório de 4 a 80 advogados não precisa aprender a operar mais um software: ele não tem área de conformidade, não tem auditoria interna e não tem quem calibre autonomia por etapa de processo.
É por isso que a EasyJur não entrega o agente para você configurar, ela executa a tarefa e devolve o tempo que sobraria para o que só o advogado pode decidir. Os agentes de IA executam a tarefa. Advogados e engenheiros jurídicos do nosso time são o fator humano que revisa e evolui o processo.
Acesso ao software e chat de IA para configurar e operar.
O próprio escritório, sem tempo nem estrutura para isso.
O escritório, que muitas vezes só descobre depois.
Nenhum: o tempo vai para operar o software jurídico e controlar a IA.
Meses de implantação, treinamento e ajustes que nunca acabam.
Acesso ao software e chat de IA para configurar e operar.
O próprio escritório, sem tempo nem estrutura para isso.
O escritório, que muitas vezes só descobre depois.
Nenhum: o tempo vai para operar o software jurídico e controlar a IA.
Meses de implantação, treinamento e ajustes que nunca acabam.
Em cada frente, o agente executa a tarefa, e o time humano de Legal Ops entra só onde julgamento importa: para revisar e evoluir o processo. O escritório não recebe uma ferramenta, um acesso ou uma planilha para interpretar.
| Frente | A tecnologia executa | O fator humano revisa e evolui | O advogado recebe |
|---|---|---|---|
| Controladoria jurídica | Captura de intimações e movimentações, classificação por urgência, controle de prazos, conferência de andamentos. | Exceção, prazo fatal e divergência entre fontes. | A carteira sob controle, com prazo em dia e responsável definido. |
| Relatórios gerenciais e estratégicos | Consolidação de dados processuais e financeiros, cálculo de indicadores, detecção de desvio. | A leitura: o que o número significa e o que recomendar. | Relatório com diagnóstico e recomendação, não uma planilha para interpretar. |
| Elaboração de petições | Pesquisa de precedente, minuta, verificação de cada citação, formatação ao padrão do tribunal. | A tese, a estratégia processual e a revisão final. | Peça pronta para revisão e assinatura do advogado do escritório. |
| Audiências | Preparação da pasta, resumo do caso, pontos de atenção, histórico da parte contrária. | A condução do ato e a decisão em audiência. | Audiência preparada ou realizada, com relatório do que ocorreu. |
| Diligências | Programação, roteiro, protocolo, acompanhamento, registro documental. | Imprevisto e exceção em campo. | Diligência cumprida e documentada. |
Advogados e engenheiros jurídicos entram exatamente na camada em que julgamento humano importa: decidir, revisar e assinar. A tecnologia trabalha pelo advogado, não o contrário.
Revisa
A tese, o conflito jurídico, a peça, a condução da audiência e o que sobe ao escritório.
Garante
Julgamento profissional e a responsabilidade de quem é inscrito na OAB.
Evolui
Codifica o procedimento em habilidades reutilizáveis, calibra a autonomia por etapa, mede qualidade e retrabalho.
Garante
Que o acerto de hoje se repita amanhã e o tempo do advogado continue livre.
A tecnologia executa a tarefa de ponta a ponta. O tempo do advogado só volta a ser gasto onde ele é insubstituível: julgamento. E o engenheiro jurídico transforma cada julgamento em procedimento, para que a próxima tarefa igual não precise mais do tempo de ninguém.
Quatro mecanismos garantem que a camada humana continue enxuta e o tempo do advogado nunca volte a ser consumido pela operação.
O agente suspende a própria tarefa e devolve ao advogado de Legal Ops sempre que a instrução conflite com regra, prazo ou dever ético.
Quando a dúvida chega, existe um responsável definido, um critério publicado e um prazo para decidir.
Revisão por amostragem do trabalho concluído, feita por quem não configurou o procedimento avaliado.
Cada ação guarda quem executou, sob qual instrução, com qual versão do procedimento e sobre qual base de contexto.
O indicador mais importante não é quantas interrupções chegaram até o advogado. É quantas deveriam ter existido e não existiram. Esse número entra em auditoria retrospectiva deliberada, e é reportado ao comitê, não escondido em um painel de operação.
Quantas entregas concluídas por especialista, por mês, sem consumir o tempo do advogado do escritório. Se esse número sobe a cada trimestre, o tempo devolvido é real. Se fica parado, o software voltou a exigir trabalho de quem devia estar livre dele.
Entregas concluídas por especialista, por mês. O modelo de negócio em um número.
Proporção de entregas devolvidas para correção. Mede a qualidade percebida por quem paga.
Contagem absoluta, sem margem de tolerância. A meta é zero.
Da entrada da demanda até a entrega aprovada. O ganho que o escritório sente no dia a dia.
Frequência com que o agente devolve o caso ao humano. Muito baixa indica canal inoperante.
Casos que a auditoria conclui que deveriam ter parado e não pararam. O mais desconfortável.
A tecnologia executa a tarefa. O advogado e o engenheiro jurídico da EasyJur revisam e evoluem o processo. Você recupera o tempo de volta, e a peça pronta para assinar.
Não. O escritório mantém a relação, a assinatura e a decisão estratégica. O que ele delega é a execução do volume e a operação da controladoria, a mesma coisa que já delega a estagiários, correspondentes e prestadores, agora com registro do que foi feito e prazo contratado.
Ao contrário. A base de procedimentos, cláusulas, teses e histórico do escritório é do escritório, e fica mais organizada do que estava, porque passa a ser condição de operação, e não um arquivo que alguém prometeu manter atualizado.
Erro haverá, como em qualquer operação. A diferença é que existe registro de quem fez o quê, sob qual instrução e com qual procedimento, o que permite apurar, corrigir a regra e responder.
É um risco real, medido pela proporção de interrupções procedentes. A correção é calibrar o critério, não remover o canal: uma interrupção improcedente custa uma resposta curta, uma interrupção que faltou pode custar um prazo.